Soneto da Marina

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Gosto muito de escrever sonetos. Este eu fiz para a Marina, minha caçula.

SONETO PARA A SEGUNDA FILHA

Soneto para a segunda filha (01.12.2006)

Tu, que chegas sem nenhum alarde
Vens de repente numa alquimia
No meio do dia, era ainda à tarde,
A tua irmã ainda nem dormia

Tu, que te apresentas para ser amada
Por conta própria cruzaste muralhas
Chegou bem de mansinho e bem calada
E no ventre da tua mãe te agasalhas

Tu, pequena coisa ousada e destemida
Veio rasgando espaço atrás de vida
Sabes que tu terás senão amor

E trazes na tua vinda aguerrida
Escrito nas pétalas da margarida
“Do teu jardim, pai, sou a segunda flor”

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Um comentário em “Soneto da Marina

    Renato Rostás disse:
    04/10/2009 às 08:46

    Juro que estou procurando defeitos para criticar um pouco, esse negócio de só elogiar, faz a acomodação vingar, não quero que você acomode seus pensamentos, mas de tanto complicado, resolvo, elogiar o seu trabalho como um todo, apesar de não conhecer completo, tenho certeza que pela amostra grátis, é maravilhoso. Obrigado.

    Me desculpa te considerar um amigo, antes do escritor ou professor, mas eu te conheci anônimo e não sabia que era famoso, tomo a liberdade de dizer, obrigado meu amigo twitteiro.

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