Vambora: uma história de amor

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Parte I

Tudo dava certo em minha vida. Estava com 32 anos, terminando um doutorado, profissional respeitado. Menos os afetos. Os afetos não davam certo. Eu estava devastado com o fim do segundo casamento. Estava querendo desistir, virar um solteirão convicto. Na análise, que fui fazer por recomendação de minha cunhada médica, a analista até me mandou curtir mais a vida, ficar com mulheres sem maior compromisso. Cumprindo ordens médicas, até fiz isso por uns meses. Mas não era a minha. Sou igual a uma arara, um ser de par. Por isso sofria tanto com a ida da minha ex-mulher, que optou por viver uma vida diferente com alguém de outra cultura. Uma cultura indígena para ser mais específico. Ela me trocou por um índio. Tudo bem, a vida é assim. Era a volta do anzol. Eu havia trocado a minha primeira mulher por ela.

Gosto de escrever. Aquele foi um período de muitos escritos. Extravasava minhas angústias escrevendo. Quando meu sobrinho nasceu, no meio dessa efervescência, eu estava dando aulas em Tabatinga, cidade a 1.100 Km de Manaus, já na fronteira com a Colômbia. Escrevi um texto chamado “Vambora”, baseado na letra da musica da Adriana Calcanhoto. No texto, saudava a chegada da vida nova do meu sobrinho e brindava, em um pensamento desejoso, o início de uma nova vida para mim. Decidira que dali em diante não mais sofreria pelo que passara.

Parte II

De volta a Manaus, final de julho de 2002, estava dando aulas. Precisava ganhar dinheiro para pagar minhas dívidas da separação. Saí quebrado financeiramente também. Dava aulas à noite, até às dez da noite. Num dia de aulas desses, quanto terminei, peguei o celular, que fica sempre no silencioso enquanto dou aulas, e nele havia nada menos do que 14 ligações do meu irmão Paulo, que é musico e estava então morando em Campinas. Fiquei preocupado pelo número de ligações e retornei na hora. Deu-se a conversa:

– Oi, mano! Tudo bem aí?

– Tudo, tudo. Tá em casa?

– Não. Estou saindo de uma aula. O que houve?

– Chega em casa e me liga. Tenho de te falar uma coisa.

– Tá bom. Ligo, sim.

Fiquei curioso. Fui pra casa. Liguei. Novo diálogo:

– E aí? O que foi?

– Seguinte: te casei de novo!

– Como assim?!

– Seguinte: fui tocar num bar ontem aqui no Cambuí. A Zu foi junto. Lá estavam a prima da Zu, a Nívea, que mora aqui em Campinas, e uma amiga dela, a Fabiana. É com ela que eu te casei.

– Com a prima da Zu?

– Não! Com a Fabiana, a amiga dela.

– …

– Deixa eu te contar. No intervalo, estávamos conversando na mesa. Aí rolou o seguinte papo:

E ele narrou para mim o papo:

– E aí, Fabiana? Cadê seu namorado?

– Ah, tenho namorado, não. Hoje não tem mais homem romântico, que queira compromisso… os caras só querem ficar.

– Ei, eu conheço um cara que é assim: romântico e apaixonado. Você vai gostar. É o meu irmão.

– É? E onde ele está?

– Em Manaus.

– Manaus?!! Não, esquece… é muito longe.

– Mas ele já morou em Campinas, estudou aqui, gosta daqui. Moraria aqui de novo tranquilo.

– Bom, aí já começa a me interessar….

– Ele inclusive tá meio arrasado porque saiu de um casamento e…

– … Separado? Não quero, não. Filhos… isso é muito complicado.

– Não. Ele não teve filhos, não.

– Hum… então ficou melhor de novo.

– Nem do primeiro, nem do segundo casamento….

– O quê? Dois casamentos?! Esquece… deve ser uma cara complicado. Alem do mais, tenho o sonho de casar na igreja e ele provavelmente já casou e queimou o cartucho.

– Verdade, mas o primeiro casamento dele, o que foi na igreja católica, foi anulado. Ele pode casar de novo.

– Anulado?! Eita… Mas passou a ficar interessante de novo.

E ficaram nessa conversa de vai-e-vem. Interessa, não interessa e foi só.

– E aí tu me casaste com ela por causa dessa conversa…

– Então! Eu pedi pra Zu pedir pra Nívea o telefone dela. Eu disse que tu ias ligar. Anota aí.

– Tá maluco, rapaz! Como é que eu vou ligar pra uma mulher que eu não conheço, numa outra cidade, para cantar a mulher?!

– Que que tu tens a perder? Anota, pô!

– Deixa eu pegar uma caneta…

Parte III

No dia 26 de julho de 2002, às 17h, horário Manaus, estava eu na varanda da casa de meus pais, para onde tinha ido momentaneamente enquanto aguardava a entrega do meu apartamento, quando bateu o estalo. Procurei o papelzinho na carteira. Vamos lá.

Peguei o telefone, sentei na cadeira da varanda e liguei:

– TRIMMM…

– Alô!

– Alô, boa tarde. Eu gostaria de falar com a Fabiana.

– Quem deseja?

– Sérgio, de Manaus.

– Babiiiiiiiiiiiiii! Telefone! Sérgio, de Manaus.

– …

– Alô!

– Oi, Fabiana. Aqui é o Sérgio, de Manaus, irmão do Paulinho. Tudo bem?

– … Oi… tudo bem…

– Então, o Paulo me deu seu telefone e estou ligando.

– … pois é… (Esse cara é doido! E ela fez o sinal de maluco com o dedo girando na cabeça em direção à mãe, que atendera o telefone e ficara grudada de pé ao lado).

– Ei, o Paulo me falou que você gosta de cantar e que canta bonito. Canta pra mim?

– Como é?

– Canta pra mim. Eu liguei pra ouvir você cantar pra mim…

– Só se você tocar no violão então!

– Peraí!

Ela não contava que eu tocasse violão e que tivesse com um em mãos. Mas estava.

– Já. Escolhe a música.

– Hum…. “Vambora”, da Adriana Calcanhoto.

– …

– O que foi?

– Nada… bem… é que eu acabei de escrever um texto sobre essa música. Coincidência, né?

– É? Puxa… muito… Posso ler?

– Está no meu site, anota aí…

– Já…

– Então vai!

– “Entre por essa porta agora, você tem meia hora, pra mudar a minha vida… vem, Vambora”…

E conversamos por horas naquele dia. E no dia seguinte. E no outro. E no outro… Dois dias depois, escrevi este texto.

Parte IV

Todos os dias eu ligava para ela. Recebi meu apartamento. Fui para dentro dele com um colchonete e uma mala. Muito leve. Por dentro e por fora. Já não havia mais o peso da separação. Eu já sentia algo muito especial por aquela menina que só vira por uma foto enviada por e-mail, mas cuja voz já me fazia sentir as borboletas da paixão no estômago. Era 2002, não esqueçamos. Nada das facilidades da banda larga como possibilidades de comunicação online…

Um pouco mais de duas semanas após a primeira ligação, no dia 11 de agosto, o seguinte diálogo, de novo por telefone. As conversas duravam três horas…

– Oi, Bia. E aí? Como foi o seu dia hoje?

– Nós somos namorados?

– Hã?

– Nós somos namorados?

– Por quê? Como assim?

– Olha, Sérgio, você me liga todos os dias, a gente conversa mais de três horas, eu lhe conto minha vida, você me conta a sua. A gente divide tudo. Nós somos namorados?

– Que dia é hoje, Fabiana?

– Domingo. 11 de agosto.

– Então tá. Estamos namorando. Você é minha namorada.

– E você o meu namorado.

– S2

– ❤

Parte V

Já não aguentava mais não conhecer a dona daquela voz que despertava em mim sensações tão únicas. Inventei que tinha de resolver umas coisas na UNICAMP e que, por isso, teria de ir a Campinas. Aproveitaria e passaria meu aniversário, dia 06 de setembro, com ela.

– Bi, meu amor, estou indo para Campinas. Chego em Sampa dia 30 de agosto.

– Poxa! Mas é dia de semana… estou na clínica… não vou poder ir a São Paulo pegar você. =/

– Tudo bem. O Paulo me pega em Congonhas, eu vou pra Campinas com ele e a gente almoça junto. Que tal?

– Então tá bom. Estou ansiosa pra te ver. Porque já te amo muito.

– Eu também…

– Ei, escrevi outro soneto pra você. Quer ouvir?

– Claro!

AMOR A ZERO VISTA

Falam os corações de amores instantâneos,
Cantam os poetas o amor idealista!
Dizem de um amor que surge momentâneo,
Crêem que se dê à primeira vista…

Louvam os amores longos, construídos
Que estações demoram para começar.
Amores violentos, brutos, aguerridos
Que uma vida levam pra dizer “amar”.

Pois o meu surgiu, não foi da visão.
Nem levou um tempo para a explosão.
E, vejam, que tão belo!, surge mutualista!

Amo e amo forte, pleno de paixão!
Tenho-te aqui dentro sem te ter na mão.
Temos um amor, um Amor a zero vista.

Eu escrevia um soneto por dia. Tenho todos até hoje. A cada noite também escolhíamos uma música por dia para compor nossa trilha sonora.

Parte VI

Senhores passageiros, bem-vindos a São Paulo. Tripulação, portas em manual. Cheguei. Congonhas. Peguei a mala. Saí no desembarque procurando o rosto conhecido da família. Onde estava o Paulo? Procurei com a vista pelo saguão até vê-lo, em pé, longe, de braços cruzados.

– Ei, mano! Vem cá! Dá um abraço! Saudade!

– E aí? Fez boa viagem?

– Fiz. Cadê a Zu?

– Ah, tá por aí…

De repente, um par de mãos trêmulas e geladas tapam meu olhos por trás. Não, não era a Zu. A Zu estava de longe filmando o primeiro encontro de duas pessoas apaixonadas que nunca haviam se visto na vida. Filmou tudo. Segurei as mãos trêmulas com as minhas, não menos trêmulas, virei, olhei naqueles olhos graúdos com as pupilas dilatadas – dizem que quando a gente está perto de quem a gente ama as pupilas dilatam – e disse:

– Não é que você existe mesmo…

– Existo.

Ela tinha ido. E assim deu-se o nosso primeiro beijo. Tudo registrado. Vimos e revimos o filme ao chegarmos em Campinas. Que casal tem seu primeiro encontro filmado?

À tarde, naquele mesmo dia, na escola de minha sobrinha, havia uma festinha das crianças. Minha cunhada Zu filmou a festinha. Na mesma fita, em cima do nosso encontro.

Estávamos amando demais, sem tempo para pensar em outras coisas.

Parte VII

Minha mãe havia entocado esta carta para a Bia, sem que eu soubesse. A carta está aqui.

A carta assustou a Bia. Era muita responsabilidade.

Parte VIII

Depois de voltar a Manaus, o telefonemas continuaram. A conta com interurbanos chegou a 800 reais. Foi quando eu a convidei para conhecer Manaus. Ela topou.

Nesse meio tempo, no entanto, estava vivendo a difícil situação de gerenciar uma espécie de recaída da ex-mulher. Sabe como é: território perdido desperta os instintos.

Em outubro, ela viajou para Manaus. Fomos a um Hotel de Selva, focamos jacaré à noite, tomamos banho em nascentes, fizemos hiking nas trilhas. Detalhe: só eu e ela de brasileiros no grupo.

Mas ela tinha de trabalhar. E voltou para Campinas. E a Embratel enriquecendo às nossas custas. Não aguentei de saudades. Fui de novo em novembro. A Bia chegava atrasada todo dia. =)

Voltei. Dezembro, Natal, Ano Novo. Mais telefone. Mais saudade. Fui em janeiro de novo. Ela veio em fevereiro. Nosso amor enriquecendo. Nossas finanças empobrecendo. Mas foi o melhor carnaval de todos os tempos. Preciso dizer que a Bia teve uma paciência de monge baiana comigo. Eu andei insuportavelmente ciumento por uns tempos. Era o medo de perder alguém de novo que fazia o ciúme e a insegurança brotarem de uma forma exagerada.

Em março, numa conversa telefônica, o diálogo:

– Eu acho que assim assim está complicado, né? A distância é ruim…

– Então pede demissão da clínica e do Haras aí e vem pra Manaus.

– Tá bom.

Alguns dias depois:

– Oi, amor.

– Oi. Já.

– Já o quê?

– Pedi demissão de tudo.

– …

Pausa. Ouça essa música. É ela cantando pra mim. Clique aqui.

Em abril de 2003, eu fui para Campinas de novo. É preciso dizer que a família da Fabiana estava em polvorosa. Lá de longe surge um cara, que foi casado duas vezes, dizendo que iria levar ela embora. Não tiro a razão deles. Eu também ficaria preocupado.

Para minimizar a preocupação, compramos alianças e marcamos o noivado. Meu irmão, minha cunhada e minhas sobrinhas representaram a minha família. E lá estava eu fazendo aquilo que já fizera duas vezes e pensara que nunca mais faria. Mas fiz de uma forma completamente diferente. Eu estava muito, muito feliz. Ouvi o sermão do pai da Bia e celebramos. Era dia 19 de abril. Dia do Índio.

No dia seguinte, malas prontas, muito choro. A família da Bia se despediu dela que estava largando tudo, família, cidade, emprego, amigos, para ir morar em Manaus. Quem mais chorou foi a Tia Lena, a tia da Bia portadora de Síndrome de Down, 56 anos:

– Não quero que você vá! Fica aí arrumando esse marido porcaria!

Eu era o marido porcaria para a tia Lena. Mas daquele dia em diante, me propunha a ser o melhor marido que uma mulher pudesse ter. Aquilo tudo não era coincidência.

Parte IX

Uma casa nova, uma cidade nova, uma linguagem nova, uma vida nova. Tudo era maravilhoso. Era uma lua-de-mel doce e sem fim.

No dia 17 de maio de 2003, Adriana Calcanhoto fez um show em Manaus. É claro que nós fomos. Foi um show intimista, muito bonito.

Nos primeiros acordes de “Vambora”, nos olhamos e eu perguntei:

– Quer casar comigo? Vambora?

– Vambora…

E trocamos as alianças de mãos. Estávamos casados.

Parte X

Família pede filho. Queríamos um filho. Desejamos muito. Mas nada. Decidimos fazer os exames em Campinas. Descobrimos que precisaríamos tentar inseminação. Já estamos em outubro de 2005. A Bia fez todo o tratamento em Campinas. Eu, à época, estava como subsecretário de educação de Manaus, trabalhando muito.

Com tudo pronto, viajei numa sexta, colhi o material, foi feita a inseminação no sábado e no domingo eu voltei para Manaus, pois tinha de trabalhar.

Quinze dias depois, dia 17, eu recebi uma ligação de uma mulher com voz embargada:

– Você vai ser pai!

Depois de uma “leve sugestão” do meu sogro, decidimos casar oficialmente. E casamos no dia 02 de fevereiro de 2005.

Quando soube que ia ser pai, escrevi este texto.

Parte XI

Ana Clara nasceu em 12 de junho de 2006, na data simbólica do Dia dos Namorados. Linda, boca rosada, olhos graúdos espiando o mundo. Hoje tem quatro anos. Mas quando Clarinha tinha três meses, um belo dia a Bia falou:

– Estou com enjoo. Acho que estou grávida.

– Como grávida?! A gente tem dificuldade pra ter filhos…

– Mas a sensação é a mesma.

– Só para deixar você calma, vou ali comprar um teste de farmácia.

Pausa.

– Deu positivo.

– Positivo? Não, Bia, não pode. Esse teste está com defeito, o segundo risquinho tá muito clarinho, ó…

– Sérgio, deu positivo.

– Vamos fazer o de sangue. Vamos agora.

O exame de sangue confirmou que o risquinho não estava fraquinho e que o teste de farmácia não estava com defeito. Mas mesmo assim, no dia seguinte, ligamos para a médica de ultrassom, uma amiga, que disse para irmos em seu consultório. Era um sábado e ela estaria lá. Fomos.

– TUM, TUM, TUM.

Era o coraçãozinho de Marina, que veio sem pedir licença. A Bia chorou, num misto de alegria e medo. Eu segurei sua mão e disse:

– Não chore. Nosso bebê vai ser lindo, como a Ana Clara.

Ela sorriu. E nove meses depois, quinze dias após o aniversário de um ano da Clarainha, Marina veio. Era 27 de junho de 2007. Hoje ela está com três anos. Mas a história das meninas é uma outra história…

Eu fiz o convite em 2002:

– Vambora?

E ela veio. Pra sempre. Para ser minha última namorada. Alguém que mora no céu gosta da gente…

Ana Clara
Marina
Nós quatro…
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79 comentários em “Vambora: uma história de amor

    Chris Ferreira disse:
    05/01/2011 às 21:37

    Eu to sem palavras.. depois desse texto, eu pensei em colocar no papel tudo que eu desejo pra minha vida, porque eu, assim como vc antes de conhecer a sua esposa, andei quase desistindo, apesar de tambem me considerar uma arara. Ultimamente tenho dado uma nova chance, mas sempre com um medo de congelar a espinha. Eu me atiro, mas morro de medo.
    Linda historia, com uma linda prole.. ‘E muito bom ver uma historia como essa, cheia de sinceridade de ambas as partes.
    Parabens.. as always..

    Ana Beatriz disse:
    05/01/2011 às 21:39

    Que fofo! Eu também vivi a experiência de largar tudo (trabalho, família, amigos) para me mudar para o Nordeste por causa de um grande amor. O resultado é Mariazinha, agora com cinco anos. É muito bom saber que não somos os únicos loucos no mundo… Adorei o texto!

    Abraços,

    Larissa disse:
    05/01/2011 às 21:56

    A vida é assim mesmo. Cheia de surpresas! Linda história de amor!
    Manda essa história pro Fantástico, viu o quadro novo??

    Nelgia&Melissa disse:
    05/01/2011 às 21:57

    Sergio, fiquei encantada com a historia de vcs! linda, linda,linda de viver!! Realmente digna de ir p/ aquele quadro do fantastico!
    Impossivel deixar de acreditar no destino lendo esse texto! A historia de vcs ja estava escrita para se entrelaçarem uma à outra, nenhuma coincidencia seria tão bem encaixada, é destino mesmo!
    Que Deus abençoe sempre, todos os dias, minutos e segundos essa familia maravilhosa!!

    ..vcs noivaram no dia do meu aniversario 19/04.. e lembro que nesse ano tive um dia muito feliz também, com direito a tatuagem de recordaçao e tudo! rsrs!!
    bjs nos 4!

    Paulinho Kokay disse:
    05/01/2011 às 22:05

    Eu fui o culpado e testemunha dessa história. Também quero conhecer pessoalmente a Patrícia Poeta.

      Sérgio Freire respondido:
      05/01/2011 às 22:16

      É verdade. Foi meu irmão que escolheu a minha mulher… =)

        Adriana disse:
        12/08/2013 às 18:09

        Nossos irmãos são nossos anjos…

    kassia disse:
    05/01/2011 às 22:22

    Que linda história de amor..parabéns, sua família é linda!! Que Deus abençoe sempre o amor de vocês!!

    Luana Ribeiro disse:
    05/01/2011 às 22:23

    LINDA história!!
    Estou EMOCIONADA!

    As filhotas são linda gente!

    Adrienne disse:
    05/01/2011 às 22:27

    SENSACIONAL!

    Carol Barbosa disse:
    05/01/2011 às 22:29

    Este texto me fez lembrar o relacionamento com meu marido, desde o iníciozinho… Claro que nada tão romântico quanto a história de vocês! Só tenho a desejar que esse amor seja abençoado por Deus todos os dias um pouquinho, e que nunca deixe de crescer! Beijos pra você e pra Bia!

    Vanessa Mota disse:
    05/01/2011 às 22:39

    Que linda história de amor…estou emocionada por ler tudo isso. Não conheço vocês mas os admiro pela vontade de viver esse amor. Parabéns pela família linda e mais e mais amor pra vocês sempre. Essa história tem que ir para o Fantástico 🙂

    Bárbara Trindade disse:
    05/01/2011 às 23:06

    Com o tempo a gente vai parando de acreditar em certas coisas, que antes pareciam tão possíveis, é muito bom sentir que existem histórias de finais felizes e reais, como a de vocês!
    Parabéns de todo coração!!!

    Moisés Monteiro disse:
    05/01/2011 às 23:12

    Passei por aqui, no dia de hoje e fui surpreendido, com a surpreendente história de amor, do querido professor @sergiofreire.
    Não podia deixar de fazer um pequeno registro, como amigo.

    O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.

    “Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido” (Vinícius de Moraes)

    @bernadetefille disse:
    05/01/2011 às 23:22

    parabéns! alguém lá em cima realmente tem muito carinho por você.

    Rômulo Araújo disse:
    06/01/2011 às 00:12

    Parabéns, Sérgio. Texto muito bem escrito, com a riqueza de detalhes que só quem vive umas história assim, pode descrevê-la. Parabéns à Bia tb. Atitutes e ações foram mais imprescindíveis que planejamentos no caso de vc’s. Abrçs!

    SUELLEN ROMAO disse:
    06/01/2011 às 00:26

    Parabens li essa história por indicação de um amigo meu, me fez reavivar sonhos valeu, que em 2011 seja um ano de muitas vitórias para vc!!!!

    Marcela Ortolan disse:
    06/01/2011 às 00:36

    Que história linda, Sérgio! Se fosse mentira, seria fantasia demais. Se fosse mentira seria piegas. Mas é real e é linda e enche-nos de ternura.
    Obrigada por compartilha-la conosco.
    Um abraço

    Monica Melo disse:
    06/01/2011 às 01:18

    Parabéns! Deus continue abençoando ricamente os quatro!

    Vanessa Fontinelle disse:
    06/01/2011 às 01:36

    Linda, linda de viver a história de vcs, realmente me emocionou, pois fez-me lembrar de um grande amor que deixei para trás, e não tive a mesma coragem que a Fabiana de largar tudo e ir viver esse amor, mas Deus sabe o que faz, mesmo não tendo encontrado uma pessoa especial, sou imensamente feliz ao lado de meus 2 filhotes.

    Parabéns, suas filhas são lindas. Que Deus na sua infinita bondade, abençôe grandiosamente a vida de vcs.

    Um forte abraço, fiquem com Deus.

    Jesua Maia disse:
    06/01/2011 às 01:42

    Chorando aqui, também por ser emotiva, porém muito mais por felicidade, por saber que amores verdadeiros ainda existem e que podem ser cultivados igual ao seu e da Bia.
    Que história linda, Sérgio! Merece muito que seja publicada, divulgada, que ganhe asas, o mundo, para que possamos acreditar no amor e no quanto ele é lindo, de verdade!
    Que a felicidade continue abundante na vida de vcs, que tudo continue a dar certo e continue florindo.
    E sim, alguém no Céu ama muito vcs! Bjs!

    Bruna Potter disse:
    06/01/2011 às 03:15

    Que história lindaaaa! O seu irmão Paulo é o Paulo Kokay, pai da Érika?
    Manaus é um ovo se for! Rrsrsrs

    Isabella Souza disse:
    06/01/2011 às 05:50

    Que história linda… Que Deus os abençôe!
    Nossa sociedade é muito machista, raramente encotraremos homens que não tem medo de serem chamados de ridículos por serem como as araras. Parabéns à você, que por ser um homem inteligente e sem medo de parecer antiquado, encontrou sua felicidade. E à sua esposa que está sendo inteligente em manter-se firme com vc.
    Já tive essa sorte, mas não soube administrar, afinal, até o relacionamento mais afinado, uma hora ou outra tem seus problemas e nem sempre somos fortes para encara-los. Depois descobrimos que problemas maiores podem vir na consequência dessa escolha. Mas a vida nos surpreende, estou aguardando ser supreendida. Quando? Como? Eis a questão…

    Isabella Souza disse:
    06/01/2011 às 05:52

    Que história linda… Que Deus os abençôe!
    Nossa sociedade é muito machista, raramente encontraremos homens que não tem medo de serem chamados de ridículos por serem como as araras. Parabéns à você, que por ser um homem inteligente e sem medo de parecer antiquado, encontrou sua felicidade. E à sua esposa que está sendo inteligente em manter-se firme com vc.
    Já tive essa sorte, mas não soube administrar, afinal, até o relacionamento mais afinado, uma hora ou outra tem seus problemas e nem sempre somos fortes para encara-los. Depois descobrimos que problemas maiores podem vir na consequência dessa escolha. Mas a vida nos surpreende, estou aguardando ser supreendida. Quando? Como? Eis a questão…

    Ariane disse:
    06/01/2011 às 06:39

    Lindo texto, uma história emocionante e um desejo de felicidade eterna à essa família que tanto me inspira…

    Laura Friche de Oliveira disse:
    06/01/2011 às 06:56

    Fiquei emocionada! Que LINDA história de amor!

    Prii Oliveira disse:
    06/01/2011 às 07:48

    Lindo… não sei como descrever isso… Deus continue abencoando sua linda familia 🙂

    Pri

    Nanda disse:
    06/01/2011 às 08:41

    Que coisa mais linda…

    Vim aqui atravéz de um tweet da Ariane Rezende e me deparo com essa história de amor, linda mas além de tudo, possível.
    E venho justamente no momento que tenho o coração partido por mais uma vez acreditar no amor e acabar sozinha.
    Daí leio que nada foi fácil pra você… teve muitos pesadelos até chegar no sonho.

    E como eu chorei lendo essa história.

    Deus abençoe cada vez mais vocês. Sua família é linda!

    Beijos

    Leo Reiss disse:
    06/01/2011 às 11:05

    Lindas filhas! E linda história de amor! E viva o romantismo!

    Tony Barreto disse:
    06/01/2011 às 12:36

    Sensacional hitória de vcs, Professor!
    Paulinho, seu sacana!
    Deus abençoe sempre essa tua família linda!
    Abç.

    Sylvia Beatriz disse:
    06/01/2011 às 12:41

    Uma historia q merece ser divulgada e proclamada como prova de que o Amor eh o mais belo e forte dos sentimentos, nao a toa eh o resumo de tudo que ELE veio para ensinar. O Fantastico nao sabe o que esta perdendo…Parabens!

    Ronney disse:
    06/01/2011 às 13:01

    Meu querido amigo…sua história, que conheci aqui, em detalhes, é LINDA. Fiquei muito feliz por você, por vocês. De certo modo o tempo passa e vamos ficando mais distantes, mas saiba que tenho imenso carinho por ti e tua família, sabes. E o Paulinho de cupido foi demais. O texto é ótimo, leve, doce e irônico, na medida. E Campinas como cenário, demais. Beijo.

    Francismar Lopes disse:
    06/01/2011 às 13:03

    Que história linda, é o melhor é real! Que esse amor seja cultivado a cada minuto de suas vidas. Parabéns Sérgio, pela linda mulher e parabéns Bia pelo marido romantico e apaixonado. Que sorte dessas duas princesinhas terem nascido num lar abençoado e cheio de amor! Abraços.

    Marice Rocha disse:
    06/01/2011 às 14:16

    Chorei! Chorei não porque mulher sempre chora, mas porque a sua sensibilidade é tocante. Vejo que o instante depende de cada um de nós, de abrir o coração e se deixar levar. Família linda!

    VERA LÚCIA OLIVEIRA disse:
    06/01/2011 às 18:23

    PARABÉNS POR TÃO LINDA E EMOCIONANTE HISTÓRIA DE AMOR.
    QUE DEUS OE ABENÇOE SEMPRE!!!

    hamilton azevedo jr disse:
    06/01/2011 às 22:04

    mt bom,mt bom!!
    Parabéns família bonita!! =D

    E ao prof por lembrar q o histórias bonitas ainda são possíveis,so acreditar =)

    luadosolzinho disse:
    06/01/2011 às 23:31

    Eu ADOREI o texto e adorei mais ainda a História! Por isso que dizem que quando é pra ser, ninguém segura, né? Eu já achava sua família LINDA antes de conhecer como tudo aconteceu, agora tenho um motivo a mais para admirá-la e continuar sendo fã de vocês. O Amor não tem limites mesmo. Nem fronteiras e nem conta de telefone que sirva de barreira. Que suas filhas (quando crescidas) não se embriaguem com essa falta de amor que o mundo tá vendendo. Que tomem vocês como exemplo. Obrigada por compartilhar conosco um pedaço da vida de vocês. Um abraço, Vanessa.

    P.S.: Essa Vera Lúcia do comentário aí de cima por acaso é psiquiatra? Parece muito com o nome da psiquiatra amicíssima da minha mãe, que ‘amparou’ minha mãe depois da perda do meu irmão. =)

    Augusta Brandão disse:
    07/01/2011 às 10:24

    Uau!

    Que história linda! Música linda ♪ … a gente vai cantarolando enquanto lê..
    Mais que uma história de amor compartilhada, tu compartilhas esperança.
    Isso é preciso… Acreditar que o amor é possível. Torná-lo possível.
    Sei que entres as flores há espinhos e isso é importante… saber lidar com tudo… com cada pedacinho da flor.
    Que esse jardim possa florir por infinitas primaveras.
    Abençoados sejam…
    E obrigada, mais uma vez por partilhar.

    ♫ I believe in miracles… And love’s a miracle… ♫

    Émerson Silva disse:
    07/01/2011 às 12:57

    Caro, Sérgio..
    Emocionante.
    Digno de um filme!
    E com certeza bateria em muito clichê por aih..rs
    Grade abraço e Deus os abençoe, in corde Jesu et Mariae.

    Leonardo Pollisson disse:
    07/01/2011 às 20:56

    Sérgio, a história de voces é impressionante, emocionante e linda. Faço votos que sua família seja sempre assim como suas palavras narram: feliz e mergulhada em perfeita harmonia!
    Felicidades!

    Mahira Maia disse:
    09/01/2011 às 22:03

    Soh hj li essa bela história de amor e confesso que já era fã de vocês apenas de conhecê-los do mundo virtual, imagina agora. Parabéns!
    Deus ama mt vocês e uniu esses corações presenteando com a chegada das princesas lindas!

    P.S:Faltam palavras. sobram lágrimas!

    Malu disse:
    11/01/2011 às 08:30

    Muito bonita a história de vcs… isso mostra como ainda há amor, amores, romances…. por ai.
    A vida é bela, e temos que acreditar que o amor eterno chegara, sou uma romantica convicta. Felicidades a vcs e a paz de Deus, Parab´ns pela linda histórias.

    Fernanda Creazola disse:
    11/01/2011 às 11:35

    Estava escrito nas estrelas…que história linda!!!Por isso que vcs nao davam certo com outras pessoas…porque a tampa e a panela ainda nao tinham se encontrado…parabéns que Deus abençoes a familia linda de vcs!!!!Um grande abraço!!!

    FABIANE disse:
    13/01/2011 às 00:12

    Como é bom e satisfatório saber que ainda há homens como vc…
    Fico feliz qdo vejo pessoas que ainda acreditam no amor e acima de tudo, na FAMÌLIA…
    A Bia é mesmo uma mulher de mt sorte, desejo ao casal cada dia mais amor e cumplicidade, e a familia muita, mas muita prosperidade…

    Bíola Garcia disse:
    16/01/2011 às 13:14

    Estou me debulhando em lágrimas neste momento…com um intervalo para uma gargalhada gostosa na parte do “dia do índio”..Mas muito emocionada mesmo com sua história de amor. E uma lição de esperança e otimismo para os que apesar de acreditarem no amor e família como vc,acabam perdendo a fé no romance, nas possibilidades de encontrar sua arara depois de passarem por decepções ,o que não aconteceu com vc,por isso e por “culpa” do seu irmão, que lindo!Que Deus continue abençoando vcs e sua família linda,Sérgio!

    =)

    Cassandra disse:
    19/01/2011 às 17:50

    Linda história , Sérgio e o mais lindo é saber: é História com H e não com E….Muitas felicidades para vocês, que DEUS continue abençoando este amor tão especial!

    Aline disse:
    13/03/2011 às 23:40

    Bia, to arrepiada de emoção!!!! Que história mais linda!!! Todo o amor e felicidade pra vocês, sempre!!!

    Eduardo Medina disse:
    01/05/2011 às 22:54

    Cassandra sim, é história com H, e como eu disse em outro site…é muita linda e soa tão familiar! Dá vontade de reescrever, trocar os nomes, mudar o lugar e tomar posse das lembranças, das lágrimas e dos risos. Mas é história com H então vamos preservar desejando que mais linhas sejam escritas a cada dia…

    obrigado @sergiofreire por compartilhar esses momentos com todos nós!

    Jéssica disse:
    01/05/2011 às 23:40

    Que história linda! Confesso que fiquei bastante emocionada. São histórias assim que fazem a gente acreditar no amor. No amor verdadeiro.
    Desejo toda a felicidade pra vocês quatro. Fiquem com Deus!

    Lia Sergia disse:
    12/06/2011 às 08:28

    Muito bacana.

    Ó… meu namoro também foi assim.. a amor a zero vista. E 1 ano depois estava eu mudando pra São Paulo de mala e filha (sim, porque eu era mãe solteira de uma lindinha de 3 anos) e hoje estamos aqui… 2 anos juntos, já temos uma bebê de 1 ano e 2 meses e estou esperando a terceira menina. Entendo MUITO essa loucura e esse amor que vocês. Coisa mais linda, viu? Parabéns pra família toda aí!! 😀

    fernando ufam 2001 disse:
    12/06/2011 às 08:45

    Professor…..fico surpreso a cada texto que leio… soumais um famde tudo que o senhor escreve. Quanto a historia.. creio que a ficção. Nao faria melhor.. tinha que ser verdade… a sua verdade. Grande abraço. Ao senhor e sua família. ..

    Silmara Pereira disse:
    12/06/2011 às 08:49

    Simplesmente lindo. Todo o amor e a alegria do mundo para você e sua família professor Sérgio.
    Abraço =)

    Débora Chaparro disse:
    12/06/2011 às 10:58

    Nossa. Li todo o texto! estou extasiada, já sabia da história, mas não com tantos detalhes. Meu Deus!!! Tinha que ir pro Fantástico!!! Que vcs sejam muitos abençoados, com essas duas princesas!!! Parabéns mesmo!!!!

    deiseanne disse:
    12/06/2011 às 11:19

    Caramba, a vida é muito louca mesmo né?! A história de vcs é simplesmente LINDA! Não tem como não se emocionar, mesmo alguém como eu, avessa ao romantismo, confesso que fiquei emocionada e pensativa…fiquei com vontade de ter um irmão igual ao seu com uma flecha de dar inveja ao Cupido!

    Parabéns pelo amor, pela família linda, pela esposa linda! Que Deus abençoe vcs! 😉

    Aline Cansanção disse:
    26/07/2011 às 19:20

    Isso é melhor que nome de flor…
    É um “amor-mais-que-perfeito” =)

    Sandra Toda disse:
    27/07/2011 às 11:11

    E, eu fui uma pessoa que perguntou a sua 2a,esposa:
    – Como vc teve coragem de trocar um doutor por um índio????
    Agora entendi que realmente Deus escreve certo por linhas tortas, “estava escrito nas estrelas”.
    Parabéns por mais este texto e pela linda história de amor que você recebeu como uma bênção de Deus. Ja pensou você e a Bia velhinhos contando essta história???? Será que irão acreditar?????
    Um beijo

    sandra disse:
    28/03/2012 às 22:58

    muito linda sua familia. vc merece.

    Garcy disse:
    26/04/2012 às 08:30

    Professor eu fui sua aluna na Pós Graduação em Manaus, na Ufam, eu acho a sua historia muito linda ,ainda existem amores assim na vida !!

    José Luiz Brito de Carvalho disse:
    26/07/2012 às 15:55

    Ê caroço, isso é surpreendente, perfeito mesmo. Desejo tudo de bom sempre !

    katia Mendonça disse:
    26/07/2012 às 16:20

    Nossa …estou me recompondo,muito linda a sua história.

    Vivian Kramer disse:
    26/07/2012 às 16:45

    Lindos!! Linda história de amor… Que dure para sempre. Amém.

    Jorge disse:
    26/07/2012 às 21:27

    Fantástico! Que Deus continue a iluminar a vida de vocês!

    Eliane disse:
    27/07/2012 às 15:47

    Querido Sergio ! É bom saber que você encontrou a sua felicidade,sente-se pleno e realizado.Sua família é linda! Parabéns.

    Mario Fontenelle disse:
    18/03/2013 às 05:52

    Sérgio, estou te re conhecendo…. Fico muito feliz por vcs… Não sou tão romântico com vc, mas alguns momentos de tua história com a Fabiana me fez lembrar de minha história… Caminhos improváveis… Decisões abruptas… Altas contas telefônicas… Mudanças de cidade… Um novo casamento… E um filho novo… Lucca…

    Sueli de Cassia Misael disse:
    18/03/2013 às 11:23

    PESSOAS ESPECIAIS SEMPRE E ENCONTRAM PESSOAS ESPECIAIS,Por acaso conhecem Ailton e Graça

    Nádia Maria disse:
    21/04/2013 às 02:02

    Linda História de amor!!!! Por uma curiosidade entrei no face de uma amiga e vi que ela curtiu a sua homenagem a sua esposa e assim fui lendo e fiquei curiosa, e me encantei pela história….assim é o amor surpreendente. Que Deus abençoe cada dia mais vocês e toda a família…FELICIDADES!!!

    GÉSSICA CARNEIRO MOREIRA disse:
    23/04/2013 às 22:57

    Essa história é fofa.

    rejane disse:
    24/04/2013 às 13:27

    nossa, nossa, que história de tirar o folego, linda, parabéns, vcs formam uma família lindíssima……bjs…..

    Niely Figueiredo Maciel disse:
    12/08/2013 às 20:45

    Sérgio,conheço você desde criança, pois fomos vizinhos do mesmo bairro da mesma rua e da mesma cidade. Nossas infâncias e adolescência se cruzaram ao longo dos tempos. Eu sou mais velha que você e por ironia do destino você foi meu professor na Pós-Graduação. Conheci as tuas primeiras esposas e pude observar que foram relações bastante conturbadas, mas como diz o ditado “O que era teu estava guardado” guardado por Deus a sete chaves para ser entregue na hora certa e no momento certo . Hoje eu acompanho você nas redes sociais e posso ver uma mudança de comportamento e também de caráter da tua parte. O ser Pai também te favoreceu muito. Como diz a minha mãe; “A mulher faz o homem” isso é uma grande verdade e eu completo aqui a frase da minha mãe dizendo, e, “O homem faz a mulher e a família completa os dois”. Toda essa tua história de amor eu posso reescrever num Discurso Indireto por que parte dessa história eu acompanhei. Quero te dizer mais, Sérgio, que não só essa tua história de amor, mas também a tua história de vida, muitas pessoas querem ter, viver e acompanham todos os capítulos pelas redes sociais, pois você deixa sua vida ser transparente.
    Parabéns, Serginho!
    Te admiro, te curto e te comparti-lho.
    Bjssssssss

    M. Lourdes Fontnele disse:
    03/03/2014 às 23:10

    Linda história, me emocionei….chorei

    Nereide disse:
    11/06/2014 às 07:30

    Oh meu Deus linda historia Sergio seje feliz

    Renata Magalhães disse:
    19/04/2015 às 10:06

    Saber que histórias assim são reais, é a luz no fim do túnel. Parabéns pela felicidade professor!

    Alcinete Cardoso disse:
    26/07/2015 às 09:51

    A historia de cada é escrita por Deus!!!O amor vem de Deus!!!!O importante é cultivar o amor….assim o amor nunca tera fin!!!!

    Catarina disse:
    26/07/2015 às 14:15

    História linda. Chorei.😭

    Alex Amaral disse:
    05/08/2015 às 11:53

    Acabei de ler essa história linda e não poderia deixar de comentar. Fiquei emocionado em diversos trechos. Um amigo me enviou o link, como resposta, quando eu lhe disse que tinha desistido de encontrar alguém. Mas agora já voltei acreditar que nem tudo está perdido. Rs. Ainda há esperança. Abraço!

    Dayna Moreira disse:
    13/12/2015 às 14:25

    Que linda história Sérgio, sorrir bastante ao ler e até lagrimei. Que a sua família continue unida
    Abraços!

    Sandra Maia disse:
    26/07/2016 às 07:55

    Gosto da sua história de amor professor…é linda!

    Roxy disse:
    26/07/2016 às 12:10

    Que linda história, eu estou numa um tanto parecida, espero de um final tão lindo como foi o seu.Deus abençõe sua familia

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