Gastura

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Não sou da fatalidade o arauto.
Que preguiça de converter o mesquinho!
Apontar-lhe o sol que nasce no alto
Pro homenzarrão e pro homenzinho…

Ah, enjoei de explicar os meus passos
Para aqueles que decidem não andar;
Escrever sobre amor em mil maços
Para os pobres que não querem amar.

Se o que te move é a amargura,
Se o que te encanta é a tristeza,
Em meu mundo tu não cabes…

Carrega a tua azeda alma dura,
Leva pro umbral a vida tesa,
Pois já morreste e não sabes…

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