Cinzas

Postado em

“Os trompetes dos músicos tocavam a chamada típica do carnaval, aquela que não deixa a peteca cair. As águas rolaram, garrafa cheia ninguém viu ficar. Vivia plenamente o Carnaval. Ela era a jardineira. O seu amor, a Camélia. Acabara de cair do galho e depois morrer. Ou seria ela Arlequim chorando pelo amor da Colombina no meio da multidão, junto com os mais de mil palhaços? Dúvida. Nem para ela ser a mulher do Rui… Quisera alguém a roubasse como dela roubaram o seu amor. Diferente de Anália, ela definitivamente queria ter ido com ele para Maracangalha. O fato: a canoa virou. Ela não soube remar. Ah, saudade, mal de amor, de amor… Ah, saudade, dor que dói demais… Tudo que ela queria era uma bandeira branca. Queria paz…”  SF

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s