Tormenta

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“Não tinha razões para ouvir aquela voz. Mas ela o perseguia aonde quer que ele fosse. Falava coisas que ele não queria ouvir, com um tom de voz que ele detestava. Em silêncio, argumentava em sua mente, mas a voz era implacável como um cossaco russo. Inarredavelmente o empurrava para um derradeiro diálogo. Por isso ela estava ali. Mas ele sabia aonde ir para que a voz cessasse suas palavras lancinantes. Ele foi. E a voz se foi”. SF

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