Tormenta

Postado em

“Não tinha razões para ouvir aquela voz. Mas ela o perseguia aonde quer que ele fosse. Falava coisas que ele não queria ouvir, com um tom de voz que ele detestava. Em silêncio, argumentava em sua mente, mas a voz era implacável como um cossaco russo. Inarredavelmente o empurrava para um derradeiro diálogo. Por isso ela estava ali. Mas ele sabia aonde ir para que a voz cessasse suas palavras lancinantes. Ele foi. E a voz se foi”. SF

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s