O mar e amar.

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“O mar passa languidamente a língua na areia. O sol emana um calor que colide com o calor liberado pelo par de corpos em extrema junção. Uma pororoca térmica. As mãos, dedos entrelaçados, são cadeados a garantir que esses corpos em conchas não se despreguem um do outro e perseverem no ir e vir, como a imitar a perfeita languidez do mar: suave sabor sentido, levando a leveza longe, soltando suores salgados, linda lépida liberdade… Cada onda, uma identidade. Cada respiração, uma ofegação diferente. De repente, a tsunami, devastando o que lhes sobrava de consciência. A onda zen. Caem os dois. Como caem as tardes.” SF

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