Lanterna Mágica

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“Um homem vinha caminhando pela praia, cansado, à noite. De repente, ele viu algo na areia. Parou, tomou o objeto nas mãos. Intrigado, percebeu que se tratava de uma lanterna. Mas não era uma lanterna comum. Era uma lanterna mágica, desenhada por um gênio que fazia lanternas mágicas e distribuía pelo mundo. Pensou no que dizia as histórias sobre lanternas. Esfregou, foi sincero em seu pedido e desejou profundo. A lanterna acendeu. Um raio de luz foi até o céu, tocando as estrelas. As estrelas, por sua vez, se movimentaram, escrevendo no céu escuro a palavra ‘Fé’. Seu desejo era saber qual é o caminho para a felicidade – que andava esmaecida. Como fogos de artíficio, depois de lida, a palavra explodiu em mil cores. A caminhada, o cansaço, a praia, a noite, a lanterna mágica, o desejo, a fé, o gênio. Nada disso era em vão. Fizeram sentido. No quebra-cabeças da existência, é preciso achar o momento de encaixe das peças, aparentemente desconexas. Mas as peças não se movem sozinhas. A mão tem de levantar, tem de ir buscá-las e tem de pô-las no tabuleiro da nossa história. Com fé. Foi essa a dica do gênio que, agora, missão cumprida, se preparava para dormir mais dois mil anos em sua lanterna mágica”. SF

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Um comentário em “Lanterna Mágica

    Eli Rodrigues disse:
    26/04/2012 às 23:48

    Genial! N resisti ao trocadilho óbvio

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