711

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“Sua vida andava muito ruim. Não via muita razão para existir. Estava na inércia dos fatos. Andava a esmo, à toa, à deriva e a todas as expressões que existem na língua portuguesa com o mesmo significado de perdido. Tentou um pacto com o diabo, mas parece que o diabo não deu a mínima para a alma dele também. Ouviu mil crentes que, jogando na sua fraqueza, tal qual os vírus oportunistas, tentaram lhe vender Deus. Mas Deus não se vende. Deus se acha ou se apresenta por conta própria. Não deu certo. Parou. Olhou o céu azul, sem nuvens. Mirou no horizonte. Quando ia começar a filosofar, o 711 chegou e ele tinha que voltar pra sua casa, porque se perdesse aquele, outro só dali a umas duas horas…” SF

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