filosofia

De repente, li e me identifiquei…

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Trocaria a cereja por pitomba e o cargo de secretário do coral por qualquer outro pelo qual vivem brigando. No resto, assino embaixo. Na foto, minha vozinha chupando pitomba.

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS
Mário de Andrade

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial.”

Pescando reflexões

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Fui pescar. É, pescar peixe mesmo. Comprei uma vara completa, com molinete SweepFire 2500B da Daiwa, iscas Borboleta, massinha, pesinho, bóia e tudo que tinha direito. Na loja, o vendedor me garantiu que a isca que comprei, com três âncoras de anzol, pegaria tudo. Uma vez dentro, não sairia “nem com nojo”, como se diz num belo amazonês.

Não, não sou pescador. A única vez que fui pescar foi há três anos, no lago de Balbina, com meu sogro e o cunhado da Bia, que estavam aqui. Pescaram 97 peixes, entre tucunarés e piranhas. Desses 97, eu não pesquei nenhum. Mas torci muito a cada fisgada, eu juro.

Dessa vez, eu disse a mim mesmo, seria diferente. Fomos só eu e meu sogro, que está por aqui. Alugamos um barquinho lá no portinho da Baixa Ponta Negra. Saímos oito da manhã e voltamos lá pelas duas da tarde. Quem foi conosco foi o Luzivaldo, o Lulu, barqueiro, pescador e Forrest Gump, dadas as histórias sem fim que contou nesse intervalo.

O Rio Negro está cheio. Fomos para quatro locais diferentes e nada de peixe. Eu não vi um peixe sequer. Mas vi um boto, fazendo a sua dança arqueada, numa cena de impressionar. Aliás, o Rio Negro é impressionante. Como impressionante também são as casas dos mais abastados e suas lanchas na beira do Rio. Menos imponentes, mas não menos impressionantes, são as casas flutuantes dos ribeirinhos ao longo das margens do Negro. Suas redes penduradas são um convite ao abandono de tudo.

A certa altura, não pescando nada, recolhi a vara do rio. Na saída d’água, a linha ricocheteou e  anzol veio em minha direção. Em um ato instintivo, protegi o rosto com a mão. Pronto! Se não peguei nenhum peixe, já não podia dizer que não havia pego nada. Acabara de fisgar meu dedo mindinho. Pesquei meu dedo mindinho! O anzol entrou fundo. Calmo, absurdamente calmo para os meus padrões quando há sangue escorrendo, pedi ajuda de meu sogro e do Lulu. Lulu, com sua sabedoria herdada pelos seus, creio, 50 anos, disse: “Não puxe não! Tem de empurrar pra cabeça do anzol sair do outro lado!”. “Como assim?!”, disse eu. “Se puxar, finca de vez! Tem de varar do outro lado. A gente então corta a cabeça dele e puxa de volta”. Não bastasse um furo, teria de fazer outro, dessa vez de dentro para fora. O vendedor na loja tinha razão. Aquilo não sairia do meu dedo “nem com nojo”, pois o anzol é como uma flecha: uma vez dentro, puxar só o fixaria mais na carne, nesse caso a do meu dedo mindinho. Macho pacas, eu disse: “Então faz logo isso!”, entregando o dedo ao Lulu e a alma a Deus. Depois do “tuc!”do anzol rasgando o dedo (juro que fez “tuc”!), cortaram a cabeça com alicate e puxaram de volta. Fazia tempo que eu não sentia uma dor tão lancinante.

Resolvida a questão do meu piercing dedal involutário. Continuamos a pescar e voltamos no horário combinado. Sem peixes. Paciência! Mas se não pesquei peixes, pesquei, além do meu mindinho, algumas reflexões que o rio e a pescaria me proporcionaram.

Pesquei a certeza de que a nossa vida é muito pequena diante da grandiosidade da vida, do mundo, de Deus. A imensidão do Rio Negro e suas águas cor de coca-cola colocaram-me didaticamente no meu lugar de efemeridade, de coadjuvante de um mundo maior, incontrolável, impegável, indominável. E foi uma certeza de pequenez grandiosa, se é que você, leitor, me entende. Uma coisa meio socrática sobre a sabedoria do mundo.

Pesquei, na mesma linha da pequenez grandiosa, mais um exemplo da certeza de que sempre tem alguém no mundo que vai saber mais sobre alguma coisa do que a gente. Eu ia puxar o anzol. Graças ao Lulu e seu pós-doutorado em rio, meu dedo não virou uma laranja esbagaçada. Diz ele que uma vez aconteceu algo parecido com um pescador de São Paulo no Uatumã, mas foram seis anzóis e na cabeça. Ele que tirou. Acho que é gumpisse dele, mas ele tem direito. Deixa quieto.

Pesquei, com o caniço da meditação, que o silêncio é tão importante para a melodia quanto as notas que a compõem. Que a pausa faz parte da música. É preciso parar a vida em seu ritmo frenético e esquecer-se de si no mundo. Olhar o rio, o céu, o crespo verde das árvores que emolduram a natureza da vida. É preciso permitir-se, na grandeza externa, refletir sobre a grandeza e a pequeneza interna. É preciso pensar em nada, atingir o nirvana, superar a existência, a pureza, transgredir o físico. Na língua Pāli, “Nibbāna” significa “sopro”, “soprar” e “ser assoprado”.  Para o budismo, é o culminar da busca pela libertação, ser assoprado pela existência sem plano pré-determinado, dançar leve no rio, como fazem os botos.

Aprendi, por fim, que a gente sempre pesca o que já se tem e não se sabe. Mas que é preciso uma chave para que o anzol no dedo deixe de significar dor e signifique prazer. O gozo, diz a psicanálise, é a libertação da dor represada. Mesmo sem pescar nenhum peixe, senti o prazer dos pescadores que, em vez de dedos mindinhos, exibem seus aruanãs imensos como troféus.

Se permita jogar sua linha, leitor, para ver o que vem de volta.  Nem precisa de um molinete SweepFire 2500B da Daiwa! Basta fechar os olhos. Vale a pena.

Já agendamos com o Lulu Gump a próxima.  Vem com a gente?

Um texto antigo para recordar

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O MAR E OS SABICHÕES

“O Mar...Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, o levou para que descobrisse o mar. Viajaram para o sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:  Me ajuda a olhar!”

Essa história do ““Livro dos abraços”” de Eduardo Galeano serve de mote para abordar um assunto que vem me inquietando: o efeito socrático reverso. O aforismo “só sei que nada sei” é citado para exemplificar que quanto mais acesso ao conhecimento se tem, mais se tem também a noção da pequeneza da capacidade humana de conhecer. Dito de outra forma: quando mais se avança no conhecimento, maior deve ser a humildade de quem faz o percurso por saber o tamanho do mar do conhecimento frente à limitação do alcance de seus olhos.

A minha preocupação com o efeito socrático reverso se refere ao crescente número de pessoas que ao terminar um ciclo de sua escolaridade encharca-se de arrogância, fazendo do passo dado racionalização para o pedantismo. Vejo várias pessoas que concluíram seus mestrados ou doutorados se achando deuses. Gente que vê no título conseguido um álibi perfeito para jamais fazer o que um dia talvez tenha feito, como pisar no chão de uma sala de aula (ou qualquer chão). Pensam que são sábios, mas não passam de sabichões. Alimentam-se da teorização de idéias recicladas e costuradas em seus papers misteriosos com epígrafe de Paulo Freire, cujo conteúdo ironicamente jamais utilizam em suas práticas.

Lembro-me do corredor da sala de professores do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp. Ali, atrás daquelas portas, estão nomes brilhantes, presentes na bibliografia de qualquer coisa que se publique sobre linguagem nesse país. O corredor era apelidado de corredor da humildade, tamanho o desprendimento dos professores em relação às vaidades. O senso comum diria que ali ela, a vaidade, deveria arder em várias fogueiras. Ledo engano. Tal qual Diego, os socráticos professores de lá têm a noção de que para ver o mar só seus olhos não bastam. Pedem ajuda a seus alunos por compreenderem que o conhecimento se dá pelo diálogo genuíno com a diferença.

Não, amigos, os sabichões não sabem tudo. Ninguém sabe. Tem gente que sempre sabe mais do que os sabichões. Não, amigos, a vida acadêmica não tem fim. A incompletude lhe é constitutiva. Sim, amigos, outros podem fazer igual ou melhor que os sabichões e isso não é demérito, ainda que os sabichões pensem que seja. Os sabichões não deveriam deixar que a visão do igarapé a que tiveram acesso lhes impeça de ver o mar. Deveriam, sim, desatolar-se do seu montinho de areia e caminhar até as dunas. Tal qual Diego, os sabichões devem respeitar o tamanho do mar, reconhecendo sua incapacidade de olhar sozinho. Quem sabe assim seus narizes se desempinem, seus corações desazedem e eles percebam que o verdadeiro sábio sente um genuíno incômodo em afirmar que sabe, verdadeiro prazer em afirmar que busca, mas sempre pedindo um olhar emprestado para fugir do caminho da iconoclastia fácil.

Saber entender o recado é meio caminho andado. Espero que reste aos sabichões autocrítica para ver o mar de Diego e para vivenciar o nada cognitivo socrático. Se não houver, é questão de tempo sabermos de seus inevitáveis afogamentos nos rasos igarapés do saber, atolados na areia da própria parvuleza.

Cantando a pedra

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Passei batido na diagonal

 

A vida da gente é feita de momentos simbólicos. São pontos, dobras, que servem de localização no itinerário de nossa história. A turma de alunos do mestrado em que sou professor resolveu comemorar o fim de período letivo e os aniversários com uma festa junina. Eu fui, como sempre vou quando sou convidado. Acredito que essas atividades de socialização dão liga àquilo que tem se perdido e vem sendo esmaecido pelo corre-corre contemporâneo: a relação boa, desinteressada e sincera entre pessoas que dividem um mesmo espaço de convivência. Gosto de gente. Também por isso escolhi ser professor. Otimizo minhas relações sociais e ando fugindo de quem azeda balde da sal de frutas e azinhavra maçaneta de porta quando pega. Não. Gosto mesmo é de alto astral, como tem o povo dessa turma.

Lá chegando, comi umas bananas fritas deliciosas,me diverti  um bocado e fui jogar bingo. Havia vários prêmios, cuja singeleza trazia a amizade em forma de pacotinhos com lacinhos amarelos e vermelhos. Aceitei jogar, mesmo sabendo que nunca na história da minha existência ganhei em sorteios, rifas ou quejandos. Vertical, horizontal ou diagonal. Valia bater de qualquer jeito. Quando alguém batesse, o bingo seguiria até que os prêmios se acabassem. Começaram a cantar as pedra e eu marcava um número aqui outro ali, como o esperado. Todo mundo batendo e eu me debatendo no meu azar nos jogos que, com o nome apropriado, se chamam de jogos de azar.

Passei rodadas esperando o 5 para bater. 16, 52, 64. E nada do 5. 22, 1, 75. Deu a hora de ir embora e decidi deixar minha cartela com a Mayara, uma sortuda, que certamente ganharia. Fiquei ali me despedindo e nada do 5. O bingo correndo. Os prêmios acabando. Até que acabaram. A Mayara então veio me devolver a cartela. Eu já na porta, finalizando um copo de coca-cola para ir embora. Disse ela: “É, professor, não deu”. Ao dizer isso, percebeu um detalhe. Eu havia passado batido na diagonal. Eu havia batido e não tinha visto, tão concentrado que estava na espera do 5.

Fui para casa. Pensei em como às vezes a gente passa batido na vida também. Concentramo-nos demais na espera dos cincos e deixamos de ver a fileira de coisas boas que se nos apresentam, quase gritando conosco. Desatentos, ignoramos felicidades ofertadas e só as percebemos quando já é tarde demais, na devolução da cartela usada. Não nos damos conta de que para ganhar é preciso se dar conta de que estamos no jogo da vida, com as perdas e ganhos que ele envolve. Prestemos atenção, pois, porque às vezes é cartela cheia, às vezes é linha. Às vezes pensamos em longo prazo e a acontecência pede o curto. Às vezes queremos o já e a vida nos alonga a querência. Às vezes o prêmio parece grande e não nos diz nada. Às vezes é singelo e nos plenifica de afeto, nos oxigena de paz.

Pensando no bingo da vida, não posso então dizer que nunca ganhei. Seria uma injustiça com Deus. Talvez eu nunca tenha me dado conta dos meus prêmios, o que é outra coisa. Até porque estou cada vez mais convicto de que, como dizia Einstein, “nada é por acaso. Deus não joga dados com o mundo. Deus é sutil, mas não é maldoso”. Resta-nos perceber sua sutileza. Resta-nos pensar fora da caixa e nos permitir ansiar por mais do que somente o cinco. Quase sempre, em quase tudo, a gente já ganhou e não sabe. Porque não consegue ver. Porque não se permite viver seus prêmios. Porque se ignora que já ganhou, passando batido. Mas o jogo segue. E na próxima rodada, meu jogo vai ser diferente. Ah, vai.

Não est@mos sós

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A internet como extensão do corpoEstamos conectados de várias formas. Orkut, Twitter, MSN, Facebook. A ideia de privacidade está sendo refeita. Vivemos na era da exposição e o público e privado começam a se confundir. Saímos da invasão de privacidade vista como um problema para a evasão de privacidade entendida como uma necessidade. As pessoas não param de falar e não querem parar de receber. Elas querem se exibir e querem ver. Tudo.

A narrativa do cotidiano, o diário on-line, a rádio e TV viraram pessoais. É a comunicação do trivial.  Expor, receber e partilhar pela internet parece ser a nova exigência social do século XXI. A busca por essa nova discursividade do virtual começa a ser  estudada por pesquisadores que, nas opções lógicas,  são adesistas, catastróficos ou relativistas. Alguns dizem que o aumento do uso das redes sociais ocorre porque a  internet permite que se tenha “microfama” num mundo da celebração do holofote. É uma hipótese.

Sou um observador atento de tudo isso. Gosto de tecnologia. Meu primeiro computador foi um TK-85, em 1984. Meu primeiro celular foi um tijolo da Motorola, em 1992. Meu aparelho de telefone atual tem Wi-fi, Bluetooth e toca MP3.  Ao mesmo tempo em que sou usuário, penso, por dever de ofício, no que tudo isso representa do ponto de vista social. O sujeito social está mudando com o novo cenário. Nada para se apavorar, ainda que para os que nasceram antes dos anos 1970 o aprendizado assuste mais. Quem nasceu depois já naturalizou a mudança. Quando disparo minha Nikkon digital, minha filha de dois anos pede para ver como ficou a foto. Simples assim.

Nos movimentos conceituais da sociedade sempre há ganhos e perdas. Na passagem da sociedade nômade para a agrária, ganhou-se em tecnologia de alimento e perdeu-se em exploração geográfica. Com o advento da revolução industrial, ganhou-se em produtos que aumentaram a qualidade de vida e perdeu-se na desigualdade social que o capitalismo trouxe. E agora, com a explosão da cibercultura, o que se ganha e o que se perde? São perguntas que os estudiosos estão se fazendo, alucinados para compreender tudo isso.

Arrisco meu pitaco. Ganhamos em instantaneidade, em sociabilidade e em acesso à informação. O avião caiu no Rio Hudson e dois minutos depois tinha uma foto no Twitter enviada por celular por alguém que estava numa balsa por perto.  Acabo de conhecer uma prima de Fortaleza que me achou no Orkut. Fui avisado pela lista de discussão da Comunidade Virtual da Linguagem (CVL) que dois novos livros na área de discurso foram lançados. Como o volume de informação aumentou exponencialmente, precisamos exercitar a capacidade cognitiva para lidar com tanta informação sem nos afogar nelas.

E o que perdemos? Perdemos fundamentalmente a capacidade de estar sozinhos. Há sempre uma conexão por perto, um SMS no celular,  um scrap no Orkut. Sem isso, temos crises de abstinência. O exibicionismo e voyeurismo típicos da rede criaram um Big Brother particular. Não ter um e-mail é não ser cidadão virtual. É ser um sem-arroba.

Fato é que isso tudo esta aí, criando novos desejos, novos mundos, novos sujeitos, novas linguagens. Nós estamos no meio dessa pororoca de bits & bytes. Nunca sós. E você, leitor, tem MSN? Orkut?

Menos é Mais

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Para pensar, na sexta-feira:

A Navalha de Occam:
“Pluralitas non est ponenda sine neccesitate”
“Quando nada fizer nehuma diferença, se der no mesmo, a explicação mais simples é a que estará certa.”
Wiiliam de Ocham, frade inglês

Para completar o princípio da Navalha de Occam:

“A perfeição é alcançada não quando não existe nada mais para se acrescentar, mas quando não existe nada para se retirar.”
Antoine de Saint Exupery

“Qualquer tolo inteligente consegue fazer coisas maiores e mais complexas. É necessário um toque de gênio – e muita coragem – para ir na direção oposta.”
Albert Einstein

“A habilidade de simplificar significa eliminar o desnecessário para que o necessário possa se manifestar.”
Hans Hofmann

“Menos é mais”
Robert Browning