música

Música num sábado à noite…

Postado em

No Media Player: Cheek to cheek, Ella Fitzgerald e Louis Armstrong, clássica; Tema de Amor, Marisa Monte, suave como a voz de Marisa; As curvas da estrada de Santos, Paula Toller, música de Roberto na voz dos outros é mais bonita; Nossa canção, Vanessa da Mata, idem; Eu preciso te esquecer, Claudia Telles, música-balada das antigas; If you leave me now, Ive Mendes, bela roupagem para o clássico do Chicago e Velha infância, Tribalistas, velhas lembranças de tempos idos.

Música na tarde de domingo…

Postado em

No Media Player: Janta, de Marcelo Camelo e Mallu Magalhães. Ficou muito gostosa de ouvir; na seqüência, Elephant Gun, Beirut, da trilha de Capitu; When you are gone e Complicated, Avril Lavigne. Comecei a gostar do som da Avril recentemente, ouvindo no rádio do carro.

Música na noite de domingo…

Postado em

Estou ouvindo The Scientist, do Coldplay. Na seqüência, Cosy in the Rocket, do Psapp, e a versão de Somewhere Over the Rainbow, de Israel Kamamawiwo’ole. Gosto de quase tudo de música, menos, talvez, rap egípicio…

Um cd para ouvir sempre…

Postado em


Thriller
, de Michael Jackson.

Lançado em 1982, mas fez sucesso aqui em 1983. Tem as seguintes faixas:

1. Wanna Be Startin’ Somethin’
2. Baby Be Mine
3. The Girl is Mine (com Paul McCartney)
4. Thriller
5. Beat It
6. Billie Jean
7. Human Nature
8. P.Y.T. (Pretty Young Thing)
9. The Lady In My Life

Ouço esse Cd e lembro do meu segundo grau, no Colégio Preciosíssimo Sangue. 1983 foi o ano em que comecei a fazer magistério. Nunca gostei muito de Wanna Be Startin’ Somethin’. Sempre pulava essa faixa. Começava a ouvir o cd – na época vinil – da faixa 2. The Girl is Mine é fantástica. Faz parte da época em que o Paul McCartney fez umas dobradas com o Michael Jackson. Dessa parceria nasceu a também marcante Say, say, say. Thriller marcou época. Beat it me lembra do jornalzinho que eu fazia no colégio que trazia letras de músicas, o Algo Novo. Billie Jean me lembra a Aldeíza, uma menina que eu paquerava e que dançava essa música na sala ao lado da sala em que eu jogava futebol de mesa, no Centro Social Urbano do Parque Dez. Nunca rolou nada. Depois descobri a gravação fantástica do Caetano para essa música. Human Nature é o tipo de música que eu gosto. Sempre foi minha preferida no Cd. P.Y.T. nem cheira nem fede. E The Lady in My Life é gostosa de ouvir. Discografia básica. Para constar: Thriller é o álbum mais vendido de toda a história da música: 140 milhões de cópias. Comprei o CD em 1989 ou 1990 do Reinaldo, professor amigo meu que estava indo embora e vendendo tudo que tinha. O bolachão foi junto com todos os bolachas, doados não me lembro para quem.

Brincar!

Postado em

Saiba_Arnaldo Antunes

Saiba: todo mundo foi neném
Einstein, Freud e Platão também
Hitler, Bush e Sadam Hussein
Quem tem grana e quem não tem

Saiba: todo mundo teve infância
Maomé já foi criança
Arquimedes, Buda, Galileu
e também você e eu

Saiba: todo mundo teve medo
Mesmo que seja segredo
Nietzsche e Simone de Beauvoir
Fernandinho Beira-Mar

Saiba: todo mundo vai morrer
Presidente, general ou rei
Anglo-saxão ou muçulmano
Todo e qualquer ser humano

Saiba: todo mundo teve pai
Quem já foi e quem ainda vai
Lao Tsé Moisés Ramsés Pelé
Ghandi, Mike Tyson, Salomé

Saiba: todo mundo teve mãe
Índios, africanos e alemães
Nero, Che Guevara, Pinochet
e também eu e você.

Rock anos 80

Postado em

Acabei de ler o livro BRock: o rock brasileiro dos anos 80. Sou meio fissurado na música dos anos 80, tanto nacional como estrangeira. Esse livro narra os bastidores dos principais grupos que fizeram o movimento musical na década de 80: RPM, Paralamas, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Blitz, Titãs, Barão Vermelho, Ira, entre outros. Para quem viveu a época, como eu, é uma leitura deliciosa. Eu gostei e li num tapa. O autor é Arthur Dapieve, a editora é a 34 e o livro está R$ 27 na Fnac on-line. Confesso que o sax do Dire Straits em Your Latest Trick, o baixo do Police em Every Breath You Take, a pegada de Your Love dos Outfields e a Pintura Íntima do Kid Abelha ainda me fazem tremer as carnes.