Dia dos professores ainda…

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Hoje comemoramos o dia dos professores no Centro de Estudos de Línguas – CEL -, da Universidade do Amazonas, coordenado por mim. Foi muito bom sentir o astral dos professores do Centro, formado em sua maioria por alunos dos cursos de Letras/Línguas Estrangeiras. Que essa moçada aprenda a curtir as belezas da profissão para melhor lidar com os seus reveses. Tivemos um almoço e um momento de descontração com a entrega de uma lembrança do Projeto para cada um. Na foto, uma turma em plena aula. Valeu, gente boa!

Filha de peixe…

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…peixinha é. Olhem como a minha filha mais nova, a Marina, já está falando inglês legal. O vídeo foi feito pelo padrinho dela, meu irmão Paulinho Kokay.

Serafim na UFAM

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O prefeito de Manaus e candidato à reeleição, Serafim Corrêa, esteve hoje pela manhã na Universidade Federal do Amazonas. A ida do prefeito à Universidade se deu para participar de um encontro com a comunidade universitária para a apresentação e discussão de suas propostas para a cidade. No debate, mediado por mim, Serafim respondeu a perguntas feita por professores e alunos da UFAM sobre educação, saúde, trânsito, transporte coletivo, geração de emprego e política.

Um dos compromissos firmados pelo prefeito foi o de transformar o Processo Seletivo para Diretores de Escola – Prosed -, que alterou a forma de escolha de diretores da indicação política para o mérito acadêmico – em lei. Hoje o Processo Seletivo é regido por um Decreto Municipal. Serafim também comentou o nível da campanha eleitoral no horário gratuito, lamentando a falta de propositividade de seu adversário, o ex-governador Amazonino Mendes.

Na próxima quarta-feira, 22, no mesmo Instituto de Ciências Humanas e Letras, às 9:00h, será a vez do candidato Amazonino Mendes conversar com a comunidade universitária. O convite já foi feito ao Comitê de Campanha de Amazonino, mas ainda não havia sido respondido até ontem.

Mesmo com a voz meio prejudicada, valeu o evento. Nas fotos, eu e o Sarafa.

Afônico

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Não posso falar nada. Estou afônico.

Clássicos da infância

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Esse episódio de desenho animado é um clássico da infância. Rever o Sapo Cantor foi como voltar no tempo. Vale a pena. “Hello, my babe! Hello, my darling!”. Impagável…

Dia das Crianças em São Sebastião

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Fui curtir um pouco o dia das crianças com a família na Praça São Sebastião. Estava movimentada e cheia de gente. Na foto, Bia e Clara e Nina e Vó Gracia. No fundo, o Palácio da Justiça. Na outra foto, o Teatro Amazonas, em foto artistística do fotógrafo que vos escreve. Ficou tão legal que estou usando como wallpaper.
Ser criança é tecer memórias para o mundo futuro. Que as minhas filhas tenham belas memórias dessas épocas de hoje.
Lembrei-me do religioso sorvete na Vila, aos domingos. Pãe e mãe colocavam os quatros (a Lu não existia) no fusca e lá íamos saborear o sorvete e a infância. O meu era sempre de côco. E o da Paula de tapioca. Doces tempos.

Serafim na UFAM

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Quarta-feira, 15, o prefeito Serafim Corrêa estará na UFAM para uma conversa com a comunidade universitária. Sarafa é candidato a reeleição e, como tal, se dispôs ir ao encontro. Fui escolhido para ser o mediador da conversa. Na próxima quarta, 22, é a vez de Amazonino falar de suas propostas para a cidade. Amazonino ainda não confirmou, mas, pelo bem da democracia, espero que vá. Todo mundo convidado. Hall do ICHL, às 9:00h. Não é segredo para ninguém que meu candidato é Serafim, mas por ter sido escolhido como mediador, tentarei atuar como um magistrado. Igual ao governador Eduardo Braga no segundo turno…

Domingo Resfenol

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A gripe me pegou… Taí algo que me incomoda. É gripe e cortar cabelo, que eu acho uma perda de tempo terrível.

Arca de Noé

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[A pedidos, o texto da minha vida]: A Arca de Noé

O mundo ia acabar e Noé, reencarnado, foi convocado novamente. Dessa vez foi pedido a ele que colocasse na Arca professores. Um de cada tipo. Acostumado a salvar animais do dilúvio, Noé resolveu fazer uma correspondência dos tipos de professores com os tipos de animais para lhe facilitar a vida.

O primeiro que Noé encontrou foi o professor-coruja. Esse professor é um sabe-tudo e nada tem a aprender com ninguém. Crê que já galgou o conhecimento e pronto. Vive corrigindo todos do alto de seu pedantismo. Desconfiou, claro, quando soube do dilúvio. Como era possível que ele, que tudo sabia, dele não soubesse? O diligente Noé continuou cumprindo sua missão. Deparou-se com o professor-preguiça. Folgado, o preguiça enrola para tudo. Sempre faz no seu ritmo, pouco se importando com os outros. Faz par com ele o professor-avestruz, que evita assumir responsabilidades. Sempre que isso se lhe impõe, enfia a cabeça na terra e faz de conta que não é nem com ele.

Trabalho mesmo foi convencer o professor-galo a subir a bordo. O galo é travoso, posudo e vive a entoar discursos contra a globalização e o neoliberalismo, mas dar aulas mesmo que é bom, nada. Acabou entrando, mas não sem antes pendurar na Arca uma faixa vermelha com frases de protesto, sua especialidade. Depois do galo, subiu o professor-pavão. Extravagante, o pavão faz tudo para aparecer. Impossível não notá-lo.

O professor-cobra também foi à Arca. Por Noé, o cobra não iria, pois é venenoso e maledicente. Mas Noé estava cumprindo ordens e o cobra ficou. Outro convidado a contragosto a embarcar foi o professor-urubu. Como todos sabem, o urubu gosta de carniça, da coisa podre. Faz parte do grupo do quanto pior, melhor. É catastrófico e tudo para ele é razão do apocalipse. Ele ficou feliz com o iminente dilúvio porque a perspectiva do fim do mundo, justificativa que sempre o impediu de trabalhar, estava virando realidade.

E assim foi. Entraram ainda o professor-anta, que é professor não se sabe como, o professor-lombriga, que por qualquer coisinha tira uma licença médica, o professor-borboleta, que fica ali quietinho na sua crisálida, alheio à floresta que o cerca como se nada fosse com ele. Vieram ainda o professor-hiena, que ri de tudo, o professor-onça, que ensina na base do medo, e o professor-leão, líder dos outros professores. Chegaram juntos o professor-morcego, que voa às cegas e dá aulas sem prepará-las, o professor-peixe, que se não estiver num ambiente 100% perfeito não sobrevive (e até agora me pergunto porque salvar um peixe do dilúvio) e o professor-aranha, que gosta de pôr armadilhas para seus alunos caírem. Muito aplaudido foi o popular professor-cigarra, que com seu violão sempre anima as culminâncias pedagógicas.

Quando a Arca já ia sair, alguém se lembrou de avisar Noé que ele havia esquecido o professor-formiga. O formiga faz seu trabalho individual, mas pensando no coletivo. É eficiente sem muito alarde. Noé parou e foi buscá-lo. Se os outros estavam na Arca, por que logo o formiga, o exemplo, ficaria de fora? Se bem que na vida real, quase sempre os outros não deixam muito espaço para ele mesmo. Suspeita-se até que está em extinção. Poucos sabem, mas o nome da Arca de Noé era Escola.

Lógica infantil

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Desculpem os pudicos, mas tenho que comentar. Meu sobrinho Pedro, 3 anos, virou para o pai e perguntou: “Pai, todo mundo tem cu?”. Minha filha Clara ao tomar banho comigo disse: “Ei, papai! Você tem dois pipis!”. O raciocínio lógico de uma criança cintila de tão puro…