Paulinho Kokay no Fino da Bossa

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Acabei de chegar do bar onde meu irmão toca. O bar se chama Fino da Bossa e fica na Cidade Nova. Fazia tempo que não saíamos sozinhos, eu e a Bia, sem as meninas. Meu irmão fez 43 anos e o show dele foi uma auto-homenagem. Gostei muito. De tudo. Prestando atenção nas letras das músicas que ele cantava, me reencantei com “Amor de Índio”, de Beto Guedes. A frase que me tocou foi “A abelha fazendo o mel vale o tempo que não voou“. É engraçado como sempre podemos olhar (ou ouvir) aquilo que nos é familiar de um jeito novo. Essa frase da música dá uma tese. Como sempre, não bebi. Ontem, fiz mel. Feliz aniversário, mano! Eu te amo pra caramba.

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Dá para dizer de outro jeito. Sempre.

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O legal da linguagem é que sempre dá para dizer de outra forma.

Esta é para os professores de Português

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Por essas e outras que a gente que trabalha com lingüística discursiva tem de agüentar os gramatiqueiros calados.

Professores conectados… cuidado!

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Olhem aí, meus caros alunos! Hoje os professores estão antenados, têm Orkut e sabem usar o Google! É melhor abrir o jogo e postar logo aqui… porque um dia eu descubro. 🙂

Eleições

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Hoje assisti à propaganda eleitoral do segundo turno pela primeira vez. Espero sinceramente que o Serafim leve essa. Vai ser dureza viver numa cidade administrada pelo Amazonino. Noto que muitos dos eleitores de Amazonino, amigos meus, foram fisgados pelo slogan “de volta ao trabalho”. Só faltou dizer que tipo de trabalho esse grupo faz quando está no poder. Vi cada coisa estranha quando assumi a subsecretaria na Secretaria de Educação. Um dia escrevo um livro sobre a experiência. Eu sou 40.

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Além do site http://www.sergiofreire.com.br, resolvi agora publicar um blog. O site é como se fosse uma um jornal impresso (que temos de esperar pelo dia seguinte). O blog é um jornal on-line. Vai dando na telha, eu vou escrevendo. Seja bem-vindo e estamos aí.