Soneto de julho triste

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Hoje eu vi o sol nascer
E o sol, ele me viu chorar
Viu meus filtros esvaecer
A minha dureza avoaçar

Ficou com pena de mim
Passou a mão em meu rosto
Me consolou, tudo, enfim
Jurou que muda em agosto

Com muita dó, muita pena
Secou minha lágrima amarga
Com um dos mil raios seus

Mas minha tristeza em cadena
Era-lhe tal sobrecarga
Secar com ela só Deus…

[20.07.2012, num julho triste.]

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